O Festival Nacional da Canção é o maior festival de música do Brasil. Com uma vitoriosa história de 41 anos o Festival Nacional da Canção é hoje o principal palco para os grandes talentos da música brasileira. Sem restrições a gêneros, épocas e ritmos o festival é uma união cultural que reflete a cara do país.
O objetivo principal do evento é valorizar e divulgar a cultura nacional. O Festival Nacional da Canção é apoiado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e pela Lei Rouanet.
O Cantus Quatro inscreveu três músicas e Trem de Minas, de João Eugênio, foi classificada! (Veja aqui a lista de classificação das canções.)
Nos dia 5 de Agosto, em Pouso Alegre, defenderemos a canção! Contamos com a presença e a torcida de todos!
Para saber mais sobre o festival, visite o site do FENAC. http://www.festivalnacionaldacancao.com.br/
24.6.11
Cantus Quatro no 41° Festival Nacional da Canção
19.6.11
Histórias das Canções - O Trem de Minas

Apesar de seu arranjo complexo, adicionamos esta canção ao nosso primeiro CD pelas características marcantes – poética, melódica e rítmica – da música mineira que nos inspira. Nesta faixa, tivemos a honra de contar com a participação de nosso grande amigo, o músico Emílio Victtor, que agregou à canção O Trem de Minas a emoção que gostaríamos de passar através de seu belo timbre.
O Trem de Minas (João Eugênio)
Buscar algo real em um sonho, fantasia
Em pedaços de papel um rabisco, algumas letras
Pipa, linha, carretel
O início de uma história
Brincadeira ou algo mais
Vejo um trilho e surge um trem
O trem de Minas Gerais, gerais Minas Gerais, gerais minas
Oh, Minas gerais!
Ao longe vejo o sol
Quando nasce o dia
Pinta todo o céu de azul
Traz a vida e harmonia
Aos que vivem em Minas, norte ou sul
Neste trem que lentamente
Segue em frente sempre em paz
Percorrendo a minha terra
O sul de Minas Gerais, gerais Minas Gerais, gerais minas
Oh, Minas gerais!
Este trem que é de ferro e a vapor
Vive sempre ofegante a tocar
O coração de um mineiro apaixonado
Pela vida que é um trilho e corta essas Minas Gerais
Ao longe vejo o sol
Quando nasce o dia
Pinta todo o céu de azul
Traz a vida em harmonia
Aos que vivem em Minas, norte ou sul
Neste trem que lentamente
Segue em frente sempre em paz
Percorrendo a minha terra
O sul de Minas Gerais, gerais Minas Gerais, gerais minas
Oh, Minas gerais!
Ó, Minas Gerais
Ó, Minas Gerais
...........................


14.6.11
Desejos sinceros
17.5.11
Histórias das Canções - Assombração
Quando começamos a definir o repertório para o nosso Cd, uma música chamava a atenção de todo o grupo. Era “Assombração”, do violeiro, cantor e compositor mineiro Zé Helder. O músico é amigo do Cleverson e ficou empolgado com a ideia de gravarmos sua música.
Por email, pedi que ele me falasse sobre sua composição. E eis sua resposta!
Bom, sobre assombração, vamos lá: Eu sempre tive verdadeiro fascínio por histórias de assombração e do folclore em geral. Assim como tenho fascinação por João Guimarães Rosa. É chupado dele a parte do "Tinhoso, o Capiroto, o Cujo, o Pé-de-bode, Dianho, Sujo, Que-não-se-ri" e eu completei com "Que-não-se-pode" pra rimar. Está no Grande Sertão: Veredas. O resto da letra é um verdadeiro glossário de várias assombrações recolhidas da nossa região (como a Maria Engomada - Cachoeira de Minas; o famigerado Chiquinho da Borda) e do folclore brasileiro, como a sétima filha mulher da mesma casa que vira bruxa e vem chupar sangue à noite em forma de mariposa. Ou o lobisóme, que na versão matuta, é um bicho amarelo por ter o couro virado ao contrário e ataca galinheiros não pra comer galinha, mas pra comer a titica. E tantas outras fascinantes, como o corpo-seco, que eu morria de medo, pois tive um tio contador dessas histórias, o tio Mauro. O refrão fala da afinação Rio Abaixo, que tem origens interessantíssimas também, sempre ligadas ao Capeta descendo o rio de canoa ponteando sua violinha. Bem, mais curioso de tudo, é que sempre acontecem coisas estranhas relacionadas com essa música. Vocês testemunharam uma delas durante as gravações, e eu já tive problemas técnicos na hora do show. Pode ser coincidência, mas eu adoro pensar que não é. Como disse Cervantes "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay".
Temos muito o que agradecer ao Zé Helder por essa música, por ter permitido que a gravássemos. E ela rende histórias... Ô, se rende!
Assombração (Zé Helder)
Noite de sexta-feira, lua cheia
Suindara agourando
Tabaréu se benze pelo sinal da Santa Cruz
Virgem Maria, Credo em cruz
Isso é medo de assombração
Moça se enamorou do vigário
Virou mula sem cabeça
Morde o freio, dispara
Soltando fogo pelas ventas
Credo em cruz, mas que medo de assombração
Lobisóme vira a pele do avesso
Amarelo, olho vermelho,
Invade galinheiro
Come titica e se espoja
Credo em cruz, mas que medo de assombração
Sétima menina, muié da mesma casa
Nasce bruxa, chupa sangue, cachaça
Bebe tudo num só gole, o garrafão
Que medo de assombração
Mora um cramulhão dentro do bojo da minha viola
Quando afino em rio-abaixo, ele que me ensina as moda.
Pio de urutau, caipora
Curupira, Pisadeira, Capeta da Borda,
Maria Engomada no porão
Credo em cruz, mas que medo de assombração
Porco preto, corpo seco
A porca de sete leitões
À meia noite da sete voltas
Procurando pra matar
Credo em cruz, mas que medo de assombração
Tinhoso, o Capiroto, o Cujo, o Pé-de-bode
Dianho, Sujo, Que não se ri, Que não se pode
Artes de Saci, fogo-fá da Boitatá
Vento no Uakti, arma penada em cafezá
Mora um cramulhão dentro do bojo da minha viola
Quando afino em rio-abaixo, ele que me ensina as moda.
Um pouco mais do trabalho de Zé Helder: http://www.myspace.com/zehelder
1.5.11
As canções de Cantus Quatro
Postado por Cantus Quatro
Busquei o tempo para a vida noitear
Minhas feridas, num trem de minas, comecei a curar
Os trilhos me levaram a uma aldeia mineira
Onde um dedo de prosa pôs minha alma a descansar
Andei por aquelas terras
Em meio a tantas pegadas e lembranças
Dos tempos de serelepe
Refiz os retalhos da vida
Refiz minhas esperanças
Nasci novamente
E agora, chegando a hora de partir
Os olhos vão ponteando o rio, o mar
O medo parece não existir
A assombração dos dias
Não vem mais me pertubar
Ouço o piuí do trem
Ouço as montanhas chamando
Vou, mas levo os encantos que têm
O brilho que reluz das Minas
Até onde os sonhos se tornam Gerais.
6.4.11
Histórias das Canções - Serelepe
Postado por Cleverson Natali
Como havíamos comentado com alguns amigos e em nossas redes sociais, a partir de hoje vamos postar aqui as letras das músicas do nosso primeiro CD e suas histórias. Vamos começar com “Serelepe”.
O compositor do tema, o músico Euler Ferreira, fez parte da segunda formação do grupo Cantus Quatro. Na época, ele fez uma música em homenagem a seu filho Enrico e deu o nome de "Serelepe". Eu já era pai de dois meninos na época e fiquei encantado pelo tema. Perguntei ao grupo se eles topavam incluir a bela música no repertório. Todos toparam de imediato e fiz o arranjo para o quarteto vocal, que acabou se tornando uma das músicas que o grupo mais gosta de cantar até hoje.
Quando canto este tema, me lembro muito dos meus filhos e me sinto criança novamente!
Serelepe (Euler Ferreira)
Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal
Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal
Com um pinote ligeiro ele se aninha aos meus pés
Cavaleiro vivo e matreiro, passarinheiro ao revés
Chispa que o dia é pequeno pras brincadeiras que há
Bola, pipa, pique, maré, pião, bola de gude é pra já
Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal
Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal
Anda moleque me ensina tudo que eu desaprendi
Alegria, ingenuidade, harmonia que eu nunca vi
Eu sei que tu és do mundo, e sei que um dia vais voar
Mas por ora vem pros meus braços que eu quero te apertar
Ê!, serelepe chegou
Ê!, serelepe chegou, chegou, chegou, chegou
Ê!, serelepe chegou
Ê!, serelepe chegou, chegou, chegou, chegou, chegou
7.3.11
Cantus Quatro em Nova Friburgo
As gravações estão sendo realizadas no estúdio no produtor do grupo, Cláudio Nucci, e seu sócio Giovanni Bizzotto.
Notícias e fotos aqui, no Twitter, e aqui, no Facebook do grupo.
3.3.11
De cara nova
Como nas quatro partes de um catavento ou nos quatro lados de um quadrado. Numa canção a quatro vozes.
Os quatro cantos do mundo onde cantam os quatro.
20.11.10
Bares de Minas no Jornal Domingo
13.11.10
As emoções do Bares de Minas 2010
Este foi o quarto ano de realização do projeto que tem produção do Cantus Quatro e do violonista Bruno Vinci.
Como o principal objetivo do projeto é difundir a importância da música mineira e revelar histórias preciosas dos músicos e das canções do Clube da Esquina, nada melhor que ter essas histórias contadas por seus criadores, por quem estava lá quando tudo aconteceu, de forma muito intensa.
Por isso o Bares de Minas 2010 contou com a presença de Lô Borges e Márcio Borges, dois pilares do Clube da Esquina. Dois mineiros que gravaram seus nomes profundamente na história da música popular brasileira.
Durante a tarde, Márcio Borges esteve no auditório do CEMPA, dando uma palestra cheia de emoção e carisma. Contou detalhes da história do Clube da Esquina e falou do trabalho do Museu Clube da Esquina, do qual é diretor junto a Cláudia Brandão. O Museu é um espaço para manter viva a memória deste movimento com fotos, vídeos, depoimentos e áudios. O poeta apresentou um vídeo com trabalhos do Museu e depoimentos de músicos renomados relacionados ao Clube. Depois respondeu às perguntas da plateia.
Paisagem na Janela (Lô Borges/ Fernando Brant).
E revivendo a famosa e tão bonita frase de Márcio Borges “Os sonhos não envelhecem”, os irmãos entram no palco e iniciam o show.
De um jeito muito acolhedor e divertido, os dois irmãos fizeram a plateia se emocionar, e até dar boas risadas, com as canções e suas histórias.
O repertório:
_ Quem sabe isso quer dizer amor (Lô Borges/Márcio Borges);
_ Clube da Esquina (Lô Borges/Milton Nascimento/Márcio Borges);
_ A força do vento (Rogério Freitas);
_ Dois Rios (Samuel Rosa/ Lô Borges/ Nando Reis);
_ Um girassol da cor do seu cabelo (Lô Borges/Márcio Borges);
_ O trem azul (Lô Borges/ Ronaldo Bastos);
_ Benke (Márcio Borges/Milton Nascimento), cantada num arranjo muito bonito pelo coral Trem de Minas e pelo coro infanto-juvenil Gente Arteira (regência de Lucéia Cândido e Janete Junqueira). Esta canção foi um momento muito emocionante do show, especialmente para o Márcio e sua esposa Cláudia.
O "bis" foi Para Lennon e McCartney, com a plateia anim
ada cantando junto e até dançando. Após o show, Lô Borges e Márcio receberam os fãs para fotos, autógrafos e abraços. De uma noite como essa, todo mundo quer guardar uma lembrança.
Para o Cantus Quatro e Bruno Vinci, foi a realização de um sonho. Um sonho em que acreditaram e lutaram muito para que acontecesse. O tempo não colaborava; os dias pareciam mais corridos com tantas coisas e detalhes para resolver. Mas dividir o palco com esses dois ícones da música que o grupo tanto aprecia, na presença de tantos amigos e pessoas com o mesmo carinho e admiração, numa celebração da nossa música mineira, foi mais que um bálsamo.
Com certeza, quem esteve ali não só concordou como também "engrossou" o coro da galera de Pedralva.
Foi ES-PE-TA-CU-LAR!!!
11.11.10
Bares de Minas 2010 - Realizadores e Patrocinadores
A Faculdade de Direito e o Colégio Integral acreditaram nesse projeto e se uniram em parceria com o Conservatório para a sua realização.
O evento também contou com o apoio das seguintes empresas:
1 - Supermercado Unissul;
2 - Magsul (ressonância magnética e medicina nuclear);
3 - FL Financiamentos;
4 - Poly Vídeo Locadora;
5 - Kaza Houseware;
6 - Churrascaria Beverly;
7 - Tadeu Imóveis;
8 - Água de Cheiro;
9 - Poliflex (Areia, brita e companhia);
10 - Showp´s Restaurante e Pizzaria;
Não é qualquer empresa que patrocina eventos culturais. Somente empresas sérias que acreditam na educação e na cultura, e vislumbram não somente os seus lucros, mas principalmente o crescimento da sociedade como um todo.
Por isso, sempre que vir alguma destas logomarcas, lembre-se de que esta empresa merece muito respeito e admiração.












9.11.10
6.11.10
Bares de Minas no Jornal do Estado
5.11.10
Bares de Minas no blog da Faculdade de Direito do Sul de Minas
FDSM traz Lô Borges para marcar início da campanha de Vestibular 2011

“A FDSM busca sempre prestigiar os eventos promovidos pelo Conservatório, que é um celeiro de grandes talentos. Nosso objetivo é proporcionar um evento cultural de alto nível à comunidade de Pouso Alegre”, destacou o diretor da Faculdade, Professor Rafael Tadeu Simões.
De acordo com um dos organizadores, o músico Cleverson Natali, o Bares de Minas será realizado em dois momentos. “No período da tarde realizaremos uma palestra com o músico Márcio Borges, no Auditório do Conservatório. E à noite, a partir das 20h30, haverá o espetáculo Bares de Minas, com as presenças de Márcio Borges e Lô Borges, na FDSM. O espetáculo será montado a partir das obras dos músicos e também terá textos de Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade”, explicou. Além de Cleverson, estão na organização do evento os músicos João Eugênio, Rafael Freitas, Fernanda Brito e Bruno Vinci.
14.10.10
Segundo dia de gravação
Giuliano Tiburzio chegou e gravou o baixo para algumas destas canções. Como teve de voltar para Pouso Alegre, Diovani gravou o mesmo instrumento nas outras faixas.
Também foram gravadas as percussões por Matheus e a faixa "Piuí" teve a participação de Claúdio Nucci tocando caxixi.
O trabalho foi encerrado às 21h, mesmo horário do dia anterior. E mais duas canções foram concluídas: "Serelepe" e "Piuí".
13.10.10
Primeiro dia de gravação
Aproveitando que a bateria estava montada, Cleverson gravou uma guia da música "Assombração", composição de Zé Elder, e Diovani já colocou a bateria nesta faixa. Em seguida, fizeram o mesmo com a canção "O Tempo", de Cleverson e João Eugênio, para que a bateria pudesse ser desmontada e o processo de gravação tivesse continuidade.
"Assombração" se tornou o foco das gravações deste dia, considerando todos os seus detalhes; por isso decidiram gravar seus violões (aço, sete cordas e doze cordas). Em seguida, Matheus gravou as percussões, colocando efeitos muito interessantes e pertinentes à faixa.
Como só faltava o baixo para concluir a música, foi sugerido que Diovani gravasse o instrumento e assim "Assombração" foi concluída ainda na quarta-feira.
Animados com o rendimento do dia, os músicos planejaram o próximo dia de gravação, que começaria com os violões de mais algumas faixas.
12.10.10
A chegada do produtor
7.10.10
Dias contados
As bases e guias serão gravadas no Visual Studio, em Pedralva – MG, do baterista e amigo do grupo Diovani Bustamante.
4.10.10
Sobre o Cantus Quatro no CEMPA
1.9.10
Cantus Quatro com Emílio Vicctor

Ainda nos preparativos do álbum, aumentamos nossa rotina de ensaios, pois em breve iniciaremos a gravação.
Fernanda Brito.
19.8.10
Últimas notícias!
Foram dias necessários para descanso e finalizações.
Fernanda foi visitar sua família, no Paraná. Rafael foi visitar uns amigos que moram longe e conhecer seu sobrinho recém-nascido. João Eugênio participou do Laboratório Coral de Itajubá e concluiu o arranjo de mais uma das faixas do álbum. Cleverson também cuidou dos arranjos das canções que faltavam.
Agora, voltamos com fôlego novo, com mais energia e entusiasmo para começarmos as gravações! Das onze canções do álbum, nove estão com os arranjos prontinhos, sete delas completamente lidas! As duas restantes estão em processo de criação, mas falta pouco!
Os ensaios são indispensáveis, claro, para o sucesso e a realização de qualquer trabalho. Os nossos têm sido especiais, já que as canções estão “tomando forma”. Ideias de arranjos para os instrumentos, interpretação e dinâmica não param de surgir! As canções tem sido gravadas , conforme a orientação do produtor do disco, Cláudio Nucci. Assim, podemos analisar o que estamos fazendo, a timbragem, as possibilidades de posicionamento dos cantores na hora da gravação e enviar este material para que nosso produtor também acompanhe o que tem sido feito.
Estamos cada vez mais entusiasmados e ansiosos!Um trabalho feito com tanto coração e dedicação só pode dar certo!
1.7.10
Bares de Minas 2010
É essa preocupação, esse cuidado, que não só mantém o projeto como o impulsiona, o alimenta. Queremos cada vez mais a música mineira e toda a sua história. Queremos espalhar a alegria e a busca por um mundo melhor escondidas em cada verso, mas também partilhar da dor e da indignação que, muitas vezes, são fonte de inspiração. Queremos a casa cheia, o bar de portas escancaradas para receber quem quiser cantar e se emocionar conosco!
Em 2010, o Bares de Minas dará um passo muito importante que evidencia e celebra seu crescimento: a presença de dois dos grandes nomes do Clube da Esquina: os irmãos Lô Borges e Márcio Borges. As histórias contadas por seus próprios personagens; as canções cantadas por seus próprios criadores.
O encontro será no dia 11 de novembro. Ainda confirmaremos o “bar” escolhido.
23.6.10
Repertório

22.5.10
Cantus Quatro em Perdões
7.5.10
Bares de Minas

O cenário do espetáculo é um bar (principal ponto de encontro dos membros do Clube da Esquina) onde alguns amigos se encontram para cantar e falar sobre música. Entre uma prosa e outra (prosa essa que traz histórias e fatos sobre as músicas) é cantado um tema (música) do Clube da Esquina.
O evento faz parte das atividades do Conservatório Estadual de Música e não tem fins lucrativos. Várias atividades realizadas hoje, principalmente por alunos do Conservatório, trazem no repertório músicas dos compositores deste movimento. Também são realizadas pesquisas referentes a histórias do Clube da Esquina, a estrutura de composição e a influência causada em músicos e compositores de todo o mundo.
Em seu quarto ano de existência, o Bares de Minas vem conquistando um público cada vez mais caloroso e jovem, focado nos seus objetivos:
Difundir a importância da cultura mineira no contexto histórico-musical brasileiro, visando o fortalecimento cultural da sociedade e a ampliação da política de valorização artístico-cultural pelas instituições, entidades e empresas locais e regionais.
Objetivos Específicos
- Contribuir com a difusão cultural de um dos mais importantes movimentos musicais do Brasil, o Clube da Esquina;
- Desenvolver a consciência e o respeito dos jovens estudantes da região sul mineira aos valores culturais de Minas Gerais;
- Realizar um evento de natureza artístico-educacional, apresentando produtos da cultura mineira.Público Alvo
- Alunos do Conservatório Estadual de Música;
- Alunos da rede pública e privada de Pouso Alegre e região;
- Estudantes universitários da região;
- Apreciadores dos diferentes segmentos da cultura mineira;
- População jovem ligada à música e/ou ao aprendizado de instrumentos musicais.
22.4.10
Rafael Freitas

Fernanda Brito

João Eugênio

Licenciado em Música com habilitação em Violão Popular pela Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR) e formado em Violão Erudito pelo CEMPA. Participou por sete anos do Laboratório Coral de Itajubá e fez cursos de Regência Coral com o Maestro Amaury Vieira e o Dr. Lincoln Andrade. É integrante do Grupo Le Bizarre (música medieval, barroca, renascentista, étnica e contemporânea) desde 1999, tendo participado das gravações do CD Música do Mundo, do CD Conexão Telemig Celular (faixa com participação de Toninho Horta) e do DVD Celebrando Le Bizarre. Faz parte do coral Trem de Minas – onde atua como acompanhante, arranjador e cantor, além de regente auxiliar. É professor de violão do CEMPA. Trabalhou por dois anos no projeto música na escola (estadual e municipal), desenvolvendo um trabalho com corais infantis. Faz parte do projeto Bares de Minas e participa de projetos culturais tendo como foco o movimento Clube da Esquina.
Cleverson Natali













