26.8.11

Histórias das Canções - Aldeia Mineira

Postado por Cleverson Natali

Aldeia Mineira é meio que uma continuação de Noitear. Pega um pouco o rastro das ideias que me fizeram criar Noitear.

Ela traz a questão do pensamento indo de encontro ao mar de ideias e possibilidades culturais que temos em Minas Gerais e o que esse encontro nos causa.


É na música, principalmente, que encontramos essa força mineira. Seja na música sacra (barroco mineiro), na poética e no encontro de estilos do Clube da Esquina, nas folias de reis e em todos os sons da nossa Minas Gerais.

Por isso o refrão diz:
É longe do mar
Que encontro a magia desse povo

Aldeia mineira a cantar
É longe do mar
Que encontro a alegria desse povo
Aldeia mineira a cantar


Aldeia Mineira (Cleverson Natali)


Brisa vem e sopra o pensamento para o mar de Minas
Buscando na noite o aconchego das montanhas
Atravessa o fio desse coração menino a navegar
Sempre sonhador

Seguindo os caminhos deste horizonte infinito
Vai acorrentando ao peito histórias e desejos
Tradições e poesia unindo mente e alma
Um olhar em paz
Uma voz no ar

É longe do mar
Que encontro a magia desse povo
Aldeia mineira a cantarÉ longe do mar
Que encontro a alegria desse povo
Aldeia mineira a cantar

Som que cala a alma e eterniza os puros sentimentos
Trazendo lembranças já perdidas na memória
Violando o tempo e as raízes de um passado distante e bom
Tempo sem igual


11.8.11

Cantus Quatro no MySpace

Postado por Cantus Quatro

O MySpace é uma rede social criada em 2003 que utiliza a Internet para comunicação online através de fotos, blogs e perfis de usuário. Chegou a ser considerada a rede social mais popular do mundo, mas perdeu nos últimos anos para outras redes como o Facebook.

Muitos músicos e bandas começaram a utilizar o MySpace para estabelecer uma presença online gratuita com o objetivo de divulgar os seus trabalhos e para comunicarem-se com seus fãs. Em 2004, o MySpace tornou-se o portal da música independente na internet com a criação do MySpace Music, que permite aos usuários criar uma presença online e mostrar seu trabalho através de postagens de suas músicas em formato MP3.

Pelo fato de ser muito popular e pelos serviços que oferece, muitos artistas renomados criaram seus perfis no MySpace para divulgar suas músicas e reunir fãs.

Com seu primeiro CD em fase de finalização, o Cantus Quatro ingressa no MySpace para começar a mostrar sua cara e seu trabalho. Três músicas já foram postadas: Noitear, que já mostramos aqui; O Trem de Minas, que também já apareceu por aqui, e Ponteando o rio, o mar, canção de Cleverson Natali que traz a participação do cantor, e produtor do disco, Cláudio Nucci.

Acessem!

29.7.11

Histórias das Canções - Noitear

Postado por Cleverson Natali

Recebi um texto pela internet que falava sobre a palavra noite. O texto dizia que a palavra noite significa infinito por ela ser a junção de dois símbolos que representam o infinito. A palavra noite é formada pela consoante N mais a palavra oito.

Na matemática o símbolo utilizado para representar o infinito é \infty (oito deitado).

Na teoria dos conjuntos, o infinito é representado pela letra hebraica aleph (  \aleph ).

O intrigante é que isso não acontece apenas no português, mas em várias outras línguas.

País

Formação da palavra noite

Brasil

N+oito = noite

EUA

N+eight = night

França

N+huit = nuit

Alemanha

N+acht = nacht

Itália

N+otto = notte

Espanha

N+ocho = noche

Achei muito interessante o texto e comecei a pensar sobre o infinito, a imortalidade e o que nos torna imortais (infinitos) e concluí que só existe uma coisa infinita em todos nós: o pensamento. Ele nos leva ao lugar que quisermos; pode criar situações inusitadas e até infundadas. Todos aqueles que se tornaram imortais na história foram grandes pensadores da humanidade.

Baseado nisso criei Noitear, uma música que fala sobre o pensamento humano:

...onde andas tu menino
Porque não quer parar...

...o pensamento voa
Busca o que sempre quis
Em devaneio quer contar
Final sempre feliz.

Noitear significa, ao meu ver, tornar infinito tudo o que é bom.


Noitear (Cleverson Natali)


No longínquo está sempre a procurar
O sonho que possa alcançar
Vai além do mar, vai além do céu
Na terra não quer mais pisar

Onde andas tu menino?
Por que não quer parar...

Levanta a face da razão
Desperta o teu olhar
Para alcançar a profunda luz
Nas noites sempre a refletir
Signo que está na palavra em si
É o infinito a noitear

O pensamento voa
Busca o que sempre quis
Em devaneio quer contar
Final sempre feliz

No longínquo está sempre a procurar
O sonho que possa alcançar
Vai além do mar, vai além do céu
Na terra não quer mais pisar

Onde andas tu menino?
Vai além mar
Por que não quer parar...
Sempre o que quis

Levanta a face da razão
Desperta o teu olhar
Para alcançar a profunda luz
Nas noites sempre a refletir
Signo que está na palavra em si
É o infinito a noitear

O pensamento voa
Busca o que sempre quis
Em devaneio quer contar
Final sempre feliz



24.6.11

Cantus Quatro no 41° Festival Nacional da Canção

Postado por Cantus Quatro

O Festival Nacional da Canção é o maior festival de música do Brasil. Com uma vitoriosa história de 41 anos o Festival Nacional da Canção é hoje o principal palco para os grandes talentos da música brasileira. Sem restrições a gêneros, épocas e ritmos o festival é uma união cultural que reflete a cara do país.



O objetivo principal do evento é valorizar e divulgar a cultura nacional. O Festival Nacional da Canção é apoiado pela Lei Estadual de Incentivo à Cultura e pela Lei Rouanet.

O Cantus Quatro inscreveu três músicas e Trem de Minas, de João Eugênio, foi classificada! (Veja aqui a lista de classificação das canções.)

Nos dia 5 de Agosto, em Pouso Alegre, defenderemos a canção! Contamos com a presença e a torcida de todos!

Para saber mais sobre o festival, visite o site do FENAC. http://www.festivalnacionaldacancao.com.br/

19.6.11

Histórias das Canções - O Trem de Minas

Postado por João Eugênio

Falar de Minas é voltar a ser criança, é sonhar e se deparar com uma realidade poético-musical inspir
ada na te
rra, no ar, nas cores e nos sons de uma natureza que exala arte. E por que não pensar em um trem - símbolo mais forte da cultura mineira? Um trem de ferro, um trem a vapor, um trem ofegante que caminha por um trilho chamado vida!

Pensando neste “trem” e motivado pelo tema abordado no projeto Música na Escola da rede municipal de ensino, em que eu lecionava, concluí, no primeiro trimestre de 2005, uma das primeiras músicas de minha autoria, cuja harmonia estava pronta há quatro anos, aguardando uma letra e um arranjo que a completasse – O Trem de Minas.

O primeiro arranjo, escrito para cinco vozes, não chegou a ser interpretado por questões técnicas e algumas falhas na elaboração do mesmo. Em 2009, fiz uma adaptação a quatro vozes e O Trem de Minas finalmente “saiu dos trilhos” para o palco num show realizado pelo Cantus Quatro no Teatro Municipal de Pouso Alegre.

Apesar de seu arranjo complexo, adicionamos esta canção ao nosso primeiro CD pelas características marcantes – poética, melódica e rítmica – da música mineira que nos inspira. Nesta faixa, tivemos a honra de contar com a participação de nosso grande amigo, o músico Emílio Victtor, que agregou à canção O Trem de Minas a emoção que gostaríamos de passar através de seu belo timbre.



O Trem de Minas (João Eugênio)

Buscar algo real em um sonho, fantasia
Em pedaços de papel um rabisco, algumas letras
Pipa, linha, carretel
O início de uma história
Brincadeira ou algo mais
Vejo um trilho e surge um trem

O trem de Minas Gerais, gerais Minas Gerais, gerais minas
Oh, Minas gerais!

Ao longe vejo o sol
Quando nasce o dia
Pinta todo o céu de azul
Traz a vida e harmonia
Aos que vivem em Minas, norte ou sul
Neste trem que lentamente
Segue em frente sempre em paz
Percorrendo a minha terra

O sul de Minas Gerais, gerais Minas Gerais, gerais minas
Oh, Minas gerais!

Este trem que é de ferro e a vapor
Vive sempre ofegante a tocar

O coração de um mineiro apaixonado
Pela vida que é um trilho e corta essas Minas Gerais

Ao longe vejo o sol
Quando nasce o dia
Pinta todo o céu de azul
Traz a vida em harmonia
Aos que vivem em Minas, norte ou sul
Neste trem que lentamente
Segue em frente sempre em paz
Percorrendo a minha terra

O sul de Minas Gerais, gerais Minas Gerais, gerais minas
Oh, Minas gerais!

Ó, Minas Gerais
Ó, Minas Gerais



...........................



(Na foto acima Cleverson, Rafael, João Eugênio e Fernanda: o Cantus Quatro na Maria Fumaça de Pouso Alegre)


Emílio Victtor - http://www.myspace.com/emiliovicttor - é cantor, compositor e violonista natural da cidade de Perdões, MG. É dono da Casa do Bosque, um pub localizado a poucos quilômetros da cidade, num casarão antigo, cercado pela natureza. O pub também é palco de nomes famosos da música popular brasileira. Foi na Casa do Bosque que o Cantus Quatro iniciou uma bela amizade com Emílio, e logo a música propôs as parcerias!

14.6.11

Desejos sinceros

Postado por Cantus Quatro

Hoje, no Facebook do Cantus Quatro, Euler Ferreira, compositor da canção Serelepe, deixou esta mensagem para o grupo. Muito carinho de sua parte, já que o Cantus Quatro é que precisa lhe agradecer por ter cedido tão gentilmente que gravássemos uma música tão bonita!

Você faz parte desta história, Euler!


17.5.11

Histórias das Canções - Assombração

Postado por Rafael Freitas

Quando começamos a definir o repertório para o nosso Cd, uma música chamava a atenção de todo o grupo. Era “Assombração”, do violeiro, cantor e compositor mineiro Zé Helder. O músico é amigo do Cleverson e ficou empolgado com a ideia de gravarmos sua música.

Por email, pedi que ele me falasse sobre sua composição. E eis sua resposta!


Bom, sobre assombração, vamos lá:

Eu sempre tive verdadeiro fascínio por histórias de assombração e do folclore em geral. Assim como tenho fascinação por João Guimarães Rosa. É chupado dele a parte do "Tinhoso, o Capiroto, o Cujo, o Pé-de-bode, Dianho, Sujo, Que-não-se-ri" e eu completei com "Que-não-se-pode" pra rimar. Está no Grande Sertão: Veredas. O resto da letra é um verdadeiro glossário de várias assombrações recolhidas da nossa região (como a Maria Engomada - Cachoeira de Minas; o famigerado Chiquinho da Borda) e do folclore brasileiro, como a sétima filha mulher da mesma casa que vira bruxa e vem chupar sangue à noite em forma de mariposa. Ou o lobisóme, que na versão matuta, é um bicho amarelo por ter o couro virado ao contrário e ataca galinheiros não pra comer galinha, mas pra comer a titica. E tantas outras fascinantes, como o corpo-seco, que eu morria de medo, pois tive um tio contador dessas histórias, o tio Mauro. O refrão fala da afinação Rio Abaixo, que tem origens interessantíssimas também, sempre ligadas ao Capeta descendo o rio de canoa ponteando sua violinha. Bem, mais curioso de tudo, é que sempre acontecem coisas estranhas relacionadas com essa música. Vocês testemunharam uma delas durante as gravações, e eu já tive problemas técnicos na hora do show. Pode ser coincidência, mas eu adoro pensar que não é. Como disse Cervantes "Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay".

Temos muito o que agradecer ao Zé Helder por essa música, por ter permitido que a gravássemos. E ela rende histórias... Ô, se rende!


Assombração (Zé Helder)

Noite de sexta-feira, lua cheia
Suindara agourando
Tabaréu se benze pelo sinal da Santa Cruz
Virgem Maria, Credo em cruz
Isso é medo de assombração

Moça se enamorou do vigário
Virou mula sem cabeça
Morde o freio, dispara
Soltando fogo pelas ventas
Credo em cruz, mas que medo de assombração

Lobisóme vira a pele do avesso
Amarelo, olho vermelho,
Invade galinheiro
Come titica e se espoja
Credo em cruz, mas que medo de assombração

Sétima menina, muié da mesma casa
Nasce bruxa, chupa sangue, cachaça
Bebe tudo num só gole, o garrafão
Que medo de assombração


Mora um cramulhão dentro do bojo da minha viola
Quando afino em rio-abaixo, ele que me ensina as moda.


Pio de urutau, caipora
Curupira, Pisadeira, Capeta da Borda,
Maria Engomada no porão
Credo em cruz, mas que medo de assombração

Porco preto, corpo seco
A porca de sete leitões
À meia noite da sete voltas
Procurando pra matar
Credo em cruz, mas que medo de assombração

Tinhoso, o Capiroto, o Cujo, o Pé-de-bode
Dianho, Sujo, Que não se ri, Que não se pode
Artes de Saci, fogo-fá da Boitatá
Vento no Uakti, arma penada em cafezá


Mora um cramulhão dentro do bojo da minha viola
Quando afino em rio-abaixo, ele que me ensina as moda.



Um pouco mais do trabalho de Zé Helder: http://www.myspace.com/zehelder

1.5.11

As canções de Cantus Quatro

Postado por Cantus Quatro


Numa tarde de ensaio, Fernanda Brito pediu papel e caneta e, enquanto cantava, esboçou um pequeno texto. Nele, usou os títulos das canções do primeiro CD do Cantus Quatro, construindo imagens e sentidos entre elas. Passado algum tempo, o grupo retomou a ideia principal de Fernanda e formatou o texto da forma a seguir. As palavras destacadas são os nomes das canções que, em breve, o Cantus Quatro apresentará com orgulho. Elas são frutos do seu trabalho e estão sendo finalizadas com muita atenção e competência pelos produtores Cláudio Nucci e Giovanni Bizzotto.




Busquei o tempo para a vida noitear

Minhas feridas, num trem de minas, comecei a curar

Os trilhos me levaram a uma
aldeia mineira

Onde um dedo de prosa pôs minha alma a descansar

Andei por aquelas terras

Em meio a tantas
pegadas e lembranças

Dos tempos de serelepe

Refiz os retalhos da vida

Refiz minhas esperanças

Nasci novamente

E agora, chegando a hora de partir

Os olhos vão
ponteando o rio, o mar

O medo parece não existir

A assombração dos dias

Não vem mais me pertubar

Ouço o piuí do trem

Ouço as montanhas chamando

Vou, mas levo os encantos que têm

O brilho que reluz das Minas

Até onde os sonhos se tornam Gerais.


6.4.11

Histórias das Canções - Serelepe

Postado por Cleverson Natali

Como havíamos comentado com alguns amigos e em nossas redes sociais, a partir de hoje vamos postar aqui as letras das músicas do nosso primeiro CD e suas histórias. Vamos começar com “Serelepe”.

O compositor do tema, o músico Euler Ferreira, fez parte da segunda formação do grupo Cantus Quatro. Na época, ele fez uma música em homenagem a seu filho Enrico e deu o nome de "Serelepe". Eu já era pai de dois meninos na época e fiquei encantado pelo tema. Perguntei ao grupo se eles topavam incluir a bela música no repertório. Todos toparam de imediato e fiz o arranjo para o quarteto vocal, que acabou se tornando uma das músicas que o grupo mais gosta de cantar até hoje.

Quando canto este tema, me lembro muito dos meus filhos e me sinto criança novamente!


Serelepe (Euler Ferreira)


Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal
Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal

Com um pinote ligeiro ele se aninha aos meus pés
Cavaleiro vivo e matreiro, passarinheiro ao revés
Chispa que o dia é pequeno pras brincadeiras que há
Bola, pipa, pique, maré, pião, bola de gude é pra já

Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal
Capacete, capa, apito, espada, cavalo de pau
Serelepe em disparada, corisco, trovão temporal

Anda moleque me ensina tudo que eu desaprendi
Alegria, ingenuidade, harmonia que eu nunca vi
Eu sei que tu és do mundo, e sei que um dia vais voar
Mas por ora vem pros meus braços que eu quero te apertar

Ê!, serelepe chegou
Ê!, serelepe chegou, chegou, chegou, chegou
Ê!, serelepe chegou
Ê!, serelepe chegou, chegou, chegou, chegou, chegou

7.3.11

Cantus Quatro em Nova Friburgo

Sábado o Cantus Quatro chegou em Nova Friburgo para a gravação dos vocais do seu primeiro álbum.

As gravações estão sendo realizadas no estúdio no produtor do grupo, Cláudio Nucci, e seu sócio Giovanni Bizzotto.

Notícias e fotos aqui, no Twitter, e aqui, no Facebook do grupo.

3.3.11

De cara nova

Para o lançamento de seu primeiro álbum, o Cantus Quatro conta com a criatividade e a arte do publicitário pousoalegrense Guilherme Carrozza.

O primeiro passo da produção gráfica foi a criação do novo logotipo do grupo. Até então, o Cantus Quatro usava um logotipo que fora criado despretenciosamente, que lembrava um trevo de quatro folhas e simbolizava a união dos quatro membros do grupo e de suas vozes.

A versão nova criada por Guilherme é mais moderna, com traços mais firmes e precisos, mas sem perder a delicadeza que o trabalho do grupo apresenta.

Como nas quatro partes de um catavento ou nos quatro lados de um quadrado. Numa canção a quatro vozes.

Os quatro cantos do mundo onde cantam os quatro.

20.11.10

Bares de Minas no Jornal Domingo


Matéria sobre o Bares de Minas no Jornal Domingo, Pouso Alegre, 13/11/2010 a 20/11/2010, pág. 10. Clique na imagem para melhor visualização.

13.11.10

As emoções do Bares de Minas 2010

Aconteceu na última quinta-feira, 11 de novembro, o Bares de Minas 2010.

Este foi o quarto ano de realização do projeto que tem produção do Cantus Quatro e do violonista Bruno Vinci.

Como o principal objetivo do projeto é difundir a importância da música mineira e revelar histórias preciosas dos músicos e das canções do Clube da Esquina, nada melhor que ter essas histórias contadas por seus criadores, por quem estava lá quando tudo aconteceu, de forma muito intensa.

Por isso o Bares de Minas 2010 contou com a presença de Lô Borges e Márcio Borges, dois pilares do Clube da Esquina. Dois mineiros que gravaram seus nomes profundamente na história da música popular brasileira.

Durante a tarde, Márcio Borges esteve no auditório do CEMPA, dando uma palestra cheia de emoção e carisma. Contou detalhes da história do Clube da Esquina e falou do trabalho do Museu Clube da Esquina, do qual é diretor junto a Cláudia Brandão. O Museu é um espaço para manter viva a memória deste movimento com fotos, vídeos, depoimentos e áudios. O poeta apresentou um vídeo com trabalhos do Museu e depoimentos de músicos renomados relacionados ao Clube. Depois respondeu às perguntas da plateia.

O show com Lô Borges aconteceu no Salão Nobre da FDSM, uma das realizadoras do projeto. O Cantus Quatro e Bruno Vinci abriram o evento com a Canção Clube da Esquina 2 (Lô Borges/Milton Nascimento/Márcio Borges) e Vento de Maio (Telo Borges/Márcio Borges). O coral Trem de Minas (regente Carol Carvalho) cantou

Paisagem na Janela (Lô Borges/ Fernando Brant).









E revivendo a famosa e tão bonita frase de Márcio Borges “Os sonhos não envelhecem”, os irmãos entram no palco e iniciam o show.

De um jeito muito acolhedor e divertido, os dois irmãos fizeram a plateia se emocionar, e até dar boas risadas, com as canções e suas histórias.

O repertório:

_ Quem sabe isso quer dizer amor (Lô Borges/Márcio Borges);

_ Clube da Esquina (Lô Borges/Milton Nascimento/Márcio Borges);

_ A força do vento (Rogério Freitas);

_ Dois Rios (Samuel Rosa/ Lô Borges/ Nando Reis);

_ Um girassol da cor do seu cabelo (Lô Borges/Márcio Borges);

_ O trem azul (Lô Borges/ Ronaldo Bastos);

_ Benke (Márcio Borges/Milton Nascimento), cantada num arranjo muito bonito pelo coral Trem de Minas e pelo coro infanto-juvenil Gente Arteira (regência de Lucéia Cândido e Janete Junqueira). Esta canção foi um momento muito emocionante do show, especialmente para o Márcio e sua esposa Cláudia.

O "bis" foi Para Lennon e McCartney, com a plateia anim

ada cantando junto e até dançando. Após o show, Lô Borges e Márcio receberam os fãs para fotos, autógrafos e abraços. De uma noite como essa, todo mundo quer guardar uma lembrança.

Para o Cantus Quatro e Bruno Vinci, foi a realização de um sonho. Um sonho em que acreditaram e lutaram muito para que acontecesse. O tempo não colaborava; os dias pareciam mais corridos com tantas coisas e detalhes para resolver. Mas dividir o palco com esses dois ícones da música que o grupo tanto aprecia, na presença de tantos amigos e pessoas com o mesmo carinho e admiração, numa celebração da nossa música mineira, foi mais que um bálsamo.

Com certeza, quem esteve ali não só concordou como também "engrossou" o coro da galera de Pedralva.

Foi ES-PE-TA-CU-LAR!!!

11.11.10

Bares de Minas 2010 - Realizadores e Patrocinadores


Com produção do Cantus Quatro e do violonista Bruno Vinci, o Bares de Minas 2010 acontecerá hoje, na Faculdade de Direito do Sul de Minas e contará com a presença de Lô Borges e Márcio Borges.

A Faculdade de Direito e o Colégio Integral acreditaram nesse projeto e se uniram em parceria com o Conservatório para a sua realização.

O evento também contou com o apoio das seguintes empresas:

1 - Supermercado Unissul;

2 - Magsul (ressonância magnética e medicina nuclear);
3 - FL Financiamentos;

4 - Poly Vídeo Locadora;

5 - Kaza Houseware;

6 - Churrascaria Beverly;

7 - Tadeu Imóveis;
8 - Água de Cheiro;

9 - Poliflex (Areia, brita e companhia);

10 - Showp´s Restaurante e Pizzaria;

11 - Luzes de Minas (empresa responsável pela iluminação deste evento);

12 - e a Séculu´s sonorização (empresa responsável pela sonorização deste evento).

Não é qualquer empresa que patrocina eventos culturais. Somente empresas sérias que acreditam na educação e na cultura, e vislumbram não somente os seus lucros, mas principalmente o crescimento da sociedade como um todo.


Por isso, sempre que vir alguma destas logomarcas, lembre-se de que esta empresa merece muito respeito e admiração.











6.11.10

Bares de Minas no Jornal do Estado





Matéria sobre o Bares de Minas no Jornal do Estado, Pouso Alegre, Sexta-feira, 05 de Novembro de 2010, pág. 14. Clique na imagem para melhor visualização.

5.11.10

Bares de Minas no blog da Faculdade de Direito do Sul de Minas

A FDSM - Faculdade de direito do Sul de Minas - publicou no seu blog informações sobre o Bares de Minas 2010:

FDSM traz Lô Borges para marcar início da campanha de Vestibular 2011

O músico Lô Borges, que se apresentará na FDSM no próximo dia 11 de novembro.

A FDSM, o Conservatório Estadual de Música Juscelino Kubitscheck de Oliveira e o Colégio Integral realizarão em conjunto, no dia 11 de novembro, o espetáculo Bares de Minas. O musical contará com as presenças de Márcio e Lô Borges, e terá como tema o famoso “Clube da Esquina”, movimento da música mineira conhecido mundialmente. Também participarão o grupo vocal Cantus Quatro, o violonista Bruno Vinci, os corais Trem de Minas e Gente Arteira, além de diversos atores e músicos de Pouso Alegre.

“A FDSM busca sempre prestigiar os eventos promovidos pelo Conservatório, que é um celeiro de grandes talentos. Nosso objetivo é proporcionar um evento cultural de alto nível à comunidade de Pouso Alegre”, destacou o diretor da Faculdade, Professor Rafael Tadeu Simões.

De acordo com um dos organizadores, o músico Cleverson Natali, o Bares de Minas será realizado em dois momentos. “No período da tarde realizaremos uma palestra com o músico Márcio Borges, no Auditório do Conservatório. E à noite, a partir das 20h30, haverá o espetáculo Bares de Minas, com as presenças de Márcio Borges e Lô Borges, na FDSM. O espetáculo será montado a partir das obras dos músicos e também terá textos de Guimarães Rosa e Carlos Drummond de Andrade”, explicou. Além de Cleverson, estão na organização do evento os músicos João Eugênio, Rafael Freitas, Fernanda Brito e Bruno Vinci.

O “Bares de Minas 2011” conta ainda com o patrocínio das seguintes empresas: Kaza Houseware, Tadeu Imóveis, Churrascaria Beverly, Poliflex, Unissul, Água de Cheiro, FL Financiamentos, Poly Vídeo, Séculu’s Sonorização, Showp’s, Luzes de Minas e Magsul. Mais informações pelo telefone 3425-2800.

14.10.10

Segundo dia de gravação

Como foi programado na quarta à noite, o segundo dia de gravação começou com os violões das músicas “Serelepe”, de Euler Ferreira, “Noitear” e “Aldeia Mineira”, de Cleverson Natali e “Piuí”, de Wolf Borges e Elder Costa.

Giuliano Tiburzio chegou e gravou o baixo para algumas destas canções. Como teve de voltar para Pouso Alegre, Diovani gravou o mesmo instrumento nas outras faixas.

Também foram gravadas as percussões por Matheus e a faixa "Piuí" teve a participação de Claúdio Nucci tocando caxixi.

O trabalho foi encerrado às 21h, mesmo horário do dia anterior. E mais duas canções foram concluídas: "Serelepe" e "Piuí".

13.10.10

Primeiro dia de gravação

Às 11h30min desta quarta-feira, o Cantus Quatro (com exceção de Rafael, que só deve chegar na sexta) e seu produtor Cláudio Nucci, Bruno Vinci e Matheus Macedo chegaram no Visual Studio, em Pedralva, para começarem as gravações.

Aproveitando que a bateria estava montada, Cleverson gravou uma guia da música "Assombração", composição de Zé Elder, e Diovani já colocou a bateria nesta faixa. Em seguida, fizeram o mesmo com a canção "O Tempo", de Cleverson e João Eugênio, para que a bateria pudesse ser desmontada e o processo de gravação tivesse continuidade.

"Assombração" se tornou o foco das gravações deste dia, considerando todos os seus detalhes; por isso decidiram gravar seus violões (aço, sete cordas e doze cordas). Em seguida, Matheus gravou as percussões, colocando efeitos muito interessantes e pertinentes à faixa.

Como só faltava o baixo para concluir a música, foi sugerido que Diovani gravasse o instrumento e assim "Assombração" foi concluída ainda na quarta-feira.

Animados com o rendimento do dia, os músicos planejaram o próximo dia de gravação, que começaria com os violões de mais algumas faixas.

12.10.10

A chegada do produtor

A tarde deste feriado foi bastante especial para o Cantus Quatro.

O músico Cláudio Nucci, que produzirá o CD do grupo, chegou a Pouso Alegre para acompanhar as gravações.

A tarde foi de ensaio na casa do Cleverson. Matheus, que fará percussão no CD, também estava presente. Todas as canções foram apresentadas para o Cláudio, que já começou seu trabalho de produção. A cada música ele vinha cheio de ideias, propondo a melhor colocação dos violões, a levada da percussão, quando marcar mais o ritmo de determinada forma, quando usar algum efeito... Tudo com olhar técnico, propriedade e cuidado para que haja coerência entre as faixas e a proposta do álbum.

Uma tarde muito proveitosa, que terminou com café e papo bom.

E planos para a viagem porque, amanhã, o Cantus Quatro já estará em estúdio!!!

7.10.10

Dias contados

Na próxima semana terão início as gravações do primeiro CD do Cantus Quatro!

As bases e guias serão gravadas no Visual Studio, em Pedralva – MG, do baterista e amigo do grupo Diovani Bustamante.

Na última semana, o grupo intensificou a jornada de ensaios, principalmente os instrumentistas e arranjadores, que têm trabalhado muito para finalizar as canções. Tal jornada deve continuar até a próxima terça-feira, 12 de outubro, data prevista para a chegada de Cláudio Nucci, produtor do CD, em Pouso Alegre. O músico também fará participações em faixas do álbum.

Na quarta-feira, o Cantus Quatro com seu produtor e músicos-amigos participantes do projeto seguem para Pedralva. E lá acontecerá a primeira etapa deste sonho.



O Cantus Quatro promete registrar aqui neste blog os detalhes da gravação e, assim, manter amigos e leitores informados!

4.10.10

Sobre o Cantus Quatro no CEMPA

Na terça-feira, 21 de setembro de 2010, o Cantus Quatro se apresentou na Terça Maior do Conservatório Estadual de Música de Pouso Alegre.

Foi a primeira apresentação “oficial” da nova formação do grupo. No repertório, canções próprias que estarão no CD e outras já conhecidas, como Desenredo e Por enquanto. Por enquanto marca o início do Cantus Quatro: foi a primeira música apresentada, em um Tributo a Renato Russo, com arranjo de João Eugênio.

A banda foi formada por músicos e amigos que acompanham o trabalho do Cantus Quatro: Márcio Mineiro (flauta transversal), Giuliano Tiburzio (baixo), Bruno Vinci (violão sete cordas), Matheus Macedo (percussão) e Alex (saxofone).

O Auditório estava lotado com a presença de amigos, professores e alunos da escola. Teve a presença de Wolf Borges, que compôs uma das músicas que o grupo irá gravar. A jovem Bia carrozza foi conferir o resultado de sua parceria com João Eugênio, outra canção que estará no CD. Seu pai, Guilherme Carrozza, publicitário e vice-diretor da unidade Fátima da UNIVÁS, foi conhecer mais do trabalho do grupo, já que ele vai desenvolver o projeto gráfico do CD.

Essa apresentação foi muito importante para o grupo poder avaliar com tem sido seu trabalho. Deu pra sentir o gostinho do que vem por aí!
Agora é só esperar o CD ficar pronto!

1.9.10

Cantus Quatro com Emílio Vicctor


Postado por Fernanda Brito


Na semana passada, nós participamos com grande satisfação da 5ª Musical com o cantor e produtor Emilio Victtor. Cantamos as músicas Folia, Piá e Feitiço, todas do álbum do disco de Emílio " Coisas Daqui".






Ainda nos preparativos do álbum, aumentamos nossa rotina de ensaios, pois em breve iniciaremos a gravação.
Fernanda Brito.

19.8.10

Últimas notícias!

Depois de alguns dias de férias, o Cantus Quatro retoma seus ensaios.
Foram dias necessários para descanso e finalizações.

Fernanda foi visitar sua família, no Paraná. Rafael foi visitar uns amigos que moram longe e conhecer seu sobrinho recém-nascido. João Eugênio participou do Laboratório Coral de Itajubá e concluiu o arranjo de mais uma das faixas do álbum. Cleverson também cuidou dos arranjos das canções que faltavam.

Agora, voltamos com fôlego novo, com mais energia e entusiasmo para começarmos as gravações! Das onze canções do álbum, nove estão com os arranjos prontinhos, sete delas completamente lidas! As duas restantes estão em processo de criação, mas falta pouco!

Os ensaios são indispensáveis, claro, para o sucesso e a realização de qualquer trabalho. Os nossos têm sido especiais, já que as canções estão “tomando forma”. Ideias de arranjos para os instrumentos, interpretação e dinâmica não param de surgir! As canções tem sido gravadas , conforme a orientação do produtor do disco, Cláudio Nucci. Assim, podemos analisar o que estamos fazendo, a timbragem, as possibilidades de posicionamento dos cantores na hora da gravação e enviar este material para que nosso produtor também acompanhe o que tem sido feito.

Estamos cada vez mais entusiasmados e ansiosos!Um trabalho feito com tanto coração e dedicação só pode dar certo!

1.7.10

Bares de Minas 2010

Parafraseando Milton Nascimento, “há canções e há momentos”. Cada canção tem sua história, seu contexto. E estas são a matéria-prima para o projeto Bares de Minas. A equipe do projeto se empenha na busca por essas histórias e pela forma de levá-las ao público.

É essa preocupação, esse cuidado, que não só mantém o projeto como o impulsiona, o alimenta. Queremos cada vez mais a música mineira e toda a sua história. Queremos espalhar a alegria e a busca por um mundo melhor escondidas em cada verso, mas também partilhar da dor e da indignação que, muitas vezes, são fonte de inspiração. Queremos a casa cheia, o bar de portas escancaradas para receber quem quiser cantar e se emocionar conosco!

Em 2010, o Bares de Minas dará um passo muito importante que evidencia e celebra seu crescimento: a presença de dois dos grandes nomes do Clube da Esquina: os irmãos Lô Borges e Márcio Borges. As histórias contadas por seus próprios personagens; as canções cantadas por seus próprios criadores.


O encontro será no dia 11 de novembro. Ainda confirmaremos o “bar” escolhido.

Será mais que uma noite de canções e histórias. Será uma noite de sonhos. Dos sonhos que não envelhecem.

23.6.10

Repertório

Postado por Rafael Freitas e Fernanda Brito


O Cantus Quatro conclui mais uma etapa importante para a realização do projeto de gravação do seu primeiro álbum: a definição do repertório.

O álbum contará com onze faixas. As canções possuem uma forte identidade com a música e a cultura mineira, fator que foi relevante na escolha do repertório. São canções para se deixar levar numa brincadeira de criança ou no apito avisando que lá vem o trem. Canções que falam de sonhos, de puros sentimentos e de saudade. Canções para um violeiro, para se ouvir um dedo de prosa.

São composições de Cleverson Natali, João Eugênio, amigos e parceiros do Cantus Quatro: Euler, José Elder, Wolf Borges, Elder Costa e Cláudio Nucci.
Cleverson Natali e João Eugênio também são responsáveis pelos arranjos vocais.

O grupo tem se encontrado regularmente para ensaios e outras decisões do projeto. Ainda há muito o que fazer, mas já se pode ver brotando alguns frutos do esforço e dedicação de todos os integrantes para a realização deste sonho/projeto.

Vale a pena esperar!!

22.5.10

Cantus Quatro em Perdões

Foto: Emílio Victtor, Claudio Nucci, João Eugênio, Cleverson Natali, Rafael Freitas e Fernanda Brito.

Desde que vislumbramos a possibilidade de ter nosso disco produzido por Cláudio Nucci, estávamos inquietos, procurando uma oportunidade para encontrá-lo. O contato com o músico se deu através de João Eugênio, que o conhecia há algum tempo. E para nossa felicidade, Nucci comprou a idéia do nosso trabalho e aceitou o convite para ser nosso produtor.

Logo soubemos que ele estaria em Perdões, uma cidade não muito longe de Pouso Alegre, se apresentando na Casa do Bosque, do também músico Emílio Victtor. Falamos com ele e conseguimos reservar um tempo pra conhecermos e trocarmos idéias sobre nosso trabalho.

Sábado, seis da manhã, começa nossa viagem. A neblina brava na estrada. Chegamos consideravelmente adiantados na cidade e fomos conhecê-la, passando pelas ruas do centro. Chegamos a uma igreja, no alto de um morro, que era o cenário perfeito para algumas fotos. “Uma Aldeia Mineira” – pensamos, considerando o título de um das canções do disco. Ali tiramos fotos, rimos e ensaiamos numa praça. Estávamos quase na hora. Seguimos para a Casa do Bosque.

A Casa do Bosque é um pub localizado há poucas horas da cidade, num casarão histórico e bem preservado do sec XIX, com a natureza criando um belo cenário a sua volta. Não poderia haver lugar melhor para nosso primeiro contato com Cláudio Nucci!

Tão logo nos apresentamos e nos acomodamos em meio ao verde e ao sol, o assunto se fez sério e necessário. Cláudio perguntou como andava o projeto, falou de questões técnicas, dos melhores equipamentos para as gravações, das possibilidades de estúdios. Cantamos algumas canções que já estavam prontas. Ele observou e logo nos orientou quanto às peculiaridades de cada voz, a importância da timbragem, de arranjos que favoreçam a harmonia das quatro vozes. Sugeriu exercícios e maneiras de cantar que poderiam nos ajudar neste aspecto, e que gravássemos as canções durante os ensaios, para percebermos como está o timbre e podermos trabalhar trocando os cantores de lugar, ajeitando as vozes, já pensando no processo da gravação.

E nos apresentou algumas músicas suas, para que pudéssemos gravar uma delas. E todos nos apaixonamos logo pela primeira! Ela estará no disco, e com a participação do nosso querido Cláudio Nucci. Emílio Victtor também veio se sentar com a gente. Pegou o violão e nos mostrou seu trabalho.

Aí teve almoço, conversas, risadas. Até um momento para a tietagem do Rafael!

E voltamos para casa, alegres e inspirados. Mais animados que nunca com o projeto!